beber para esquecer

quinta-feira, julho 07, 2005

Portugal 0 – 1 México

Conversámos um bom bocado no meu apartamento e, já à saída, o Manuel reparou nos piripiris que guardo na banca da cozinha. "Que engraçado, chilis em miniatura!", exclamou em tom de gozo, conseguindo um sorriso do Guillermo. Aceitando a provocação expliquei-lhes que conseguiam, apesar da dimensão, ser mais potentes que o chili – muito forte mas apenas por uns instantes, ao passo que o piripiri pica durante muito tempo.

Retorquiram, em uníssono, que o chili se sente muito forte, passa rapidamente e volta a picar horas depois, já não na boca, com potência redobrada.

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